Conselho do Programa de Transição Energética Justa visita Unidade de Extração Mina 101, da Rio Deserto
O colegiado que integra o Conselho do Programa de Transição Energética Justa (TEJ) conheceu a Unidade de Extração Mina 101, da Rio Deserto, em novembro. A ação fez parte do roteiro da primeira visita técnica a Santa Catarina. O Conselho é coordenado pela Casa Civil do Governo Federal e foi instituído pela Lei nº 14.299/2022. O objetivo é promover uma transição energética justa para a região carbonífera de Santa Catarina.
Estiveram presentes na visita, Claudir Afonso Costa e Domingos Savio Marques, da Casa Civil da Presidência da República; Maria Ceicilene Aragão Martins, Henryette Patrice Cruz e Daniel Alves Lima, do Ministério de Minas e Energia (MME); Fernando Araldi, do Ministério do Desenvolvimento Regional; Anderson Miguel Chaves de Cordeiro, do Governo de Santa Catarina; o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan; e Márcio Zanuz, também da ABCM. O Serviço Geológico Nacional também contribuiu e prestou apoio logístico.
Roteiro incluiu toda a cadeia produtiva
Além da visita na Unidade de Extração Mina 101, da Rio Deserto, o roteiro na região Sul Catarinense também contemplou visita ao Porto de Imbituba, Ferrovia Tereza Cristina, Complexo Termelétrico Jorge Lacerda (administrado pela Diamante Geração de Energia Ltda.), Centro Tecnológico Satc (CTSatc), bem como áreas de recuperação ambiental.
O grupo também esteve reunido com prefeitos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), representantes da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Indústria da Extração do Carvão (FITIEC) e do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc).
O encerramento aconteceu na Satc, com ampla participação dos conselheiros que puderam conhecer os trabalhos realizados na instituição, que tem na indústria carbonífera a sua mantenedora.
Todos os envolvidos na atividade da cadeia produtiva do carvão participaram das discussões e visitas, reforçando a participação das partes interessadas na Transição Energética Justa, demonstrando a efetiva implantação da Lei 14.299/22. A Lei observa os impactos ambientais, econômicos, sociais e valoriza os recursos energéticos e minerais.
“A visita foi fundamental para que os conselheiros pudessem conhecer a cadeia produtiva do carvão mineral. Foi importante apresentar os estudos e como a indústria está inovando e buscando soluções de baixo carbono”, ressaltou o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.







