Engenheiros da Rio Deserto participam de missão técnica nos Estados Unidos
Em uma agenda marcada pela troca de experiências e pela busca por soluções inovadoras para a mineração sustentável, engenheiros da Rio Deserto participaram, em maio, de uma missão técnica internacional nos Estados Unidos. A iniciativa integrou as atividades do Grupo Técnico de Assessoramento à Execução da Sentença (GTA) da Ação Civil Pública (ACP) do Carvão e reuniu representantes de instituições do setor mineral e ambiental, além de especialistas internacionais. A empresa foi representada pelos engenheiros Taíse Cancelier, João Hector Lopes Zanette e Rafael Bortolotto.
A comitiva brasileira esteve no estado da Virgínia Ocidental (West Virginia), onde participou de um dos principais eventos mundiais sobre drenagem ácida de minas. A programação também incluiu visitas técnicas a áreas recuperadas, estruturas de tratamento ambiental e operações de mineração e pós-mineração.
Durante a missão, o grupo conheceu de perto estruturas de tratamento de drenagem ácida, áreas de reabilitação ambiental e projetos de reaproveitamento de áreas mineradas. Os participantes também acompanharam iniciativas relacionadas ao uso de rejeitos carbonosos para geração de energia e ações voltadas ao desenvolvimento econômico de regiões anteriormente impactadas pela atividade minerária.
Conhecimento internacional fortalece ações de recuperação ambiental
A engenheira Taíse Cancelier destacou que a missão possibilitou compreender experiências internacionais que possuem relação com os desafios enfrentados atualmente nas regiões carboníferas do Sul de Santa Catarina. “Foi uma oportunidade muito importante para entendermos como outros países vêm tratando questões relacionadas à drenagem ácida, recuperação ambiental e gestão integrada de bacias hidrográficas. Muitos dos conceitos observados possuem conexão direta com as discussões que já vêm sendo desenvolvidas no âmbito da ACP do Carvão”, afirmou.
Outro participante da missão, o engenheiro João Hector Lopes Zanette, ressaltou a relevância do intercâmbio técnico e da observação prática das soluções adotadas ao longo de décadas. “Foi uma experiência muito importante, principalmente pela troca de conhecimentos entre os profissionais e pela oportunidade de acompanharmos de perto áreas de mineração e projetos de recuperação ambiental já consolidados. Conhecer como essas soluções vêm sendo desenvolvidas ao longo do tempo nos permite encurtar caminhos na busca por alternativas para os nossos desafios. Em alguns aspectos, inclusive, já contamos com práticas bastante avançadas, como revegetação, terraplanagem e sistemas de drenagem”, destacou.



